domingo, maio 01, 2016

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terça-feira, abril 15, 2014

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quarta-feira, abril 09, 2014

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segunda-feira, março 31, 2014

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domingo, fevereiro 03, 2013

Coisa que dói assim












Tem coisa que dói tão profundamente na alma da gente que o coração bate mais devagar, a respiração fica ofegante e o nó da garganta começa a prender o ar que faz falta para os olhos que lacrimejam salgados, que se irritam com as lentes de contato, que olham profundamente para o nada dos seus olhos e não reagem a não ser com mais lagrimas que não param de salgar. E a dor pode ser tão forte que apaga as palavras da boca e começam a impedir Is pensamentos de pensarem. Daí, basta uma TV, um calmante e outra noite que o sono não trata de curar. Tudo forte e dolorido assim devia deixar de existir, mas não deixa. Devia largar mão de mim, mas não larga. Devia ser coisa de perdoar, mas não é.

quinta-feira, março 08, 2012

Falar, enfim, do fim, é dolorido.

Por mais que nos preparemos para um fim, para o encerramento de uma etapa, me parece que nunca estamos preparados para a morte.

A morte, como imaginamos antes, é a ausência completa e findada de alguém, de alguma coisa. Mas mesmo que nos imaginemos em prantos olhando para aquele canto vazio, não estamos preparados. Porque o canto fica realmente vazio, mas o coração não. E cada detalhe da casa nos faz lembrar aquele que deu-se por fim conosco. Cada foto, cada palavra que costumava dizer, cada enfeite, cada letra já tremida numa agenda velha que não temos coragem de jogar fora.

Costumamos dizer que foi para um lugar melhor. Que não era mais pra acontecer. Dizemos repetidamente frases consoladoras que não nos servem depois. Porque a morte parece ficar ali, impregnada no corpo. O que acabou realmente não tem fim. É muito mais forte que acabar. É prevalecer na memória de uma maneira que, sim, como imaginamos, nos vem em pranto e por ora, em silêncio. É todo um adaptar-se de novo, como que se começássemos a viver de novo. E começar de novo com canto vazio dá nó na garganta. É porque cabe muita coisa no nosso coração. Cabe a raiva, cabe a saudade, cabe a ausência, a falta, o amor, o desejo e cabe também a imortalidade que reduzimos a objetos, músicas ou flores. Rosas vermelhas mal brotam, as rosas rosas tem espinhos e as amarelas não machucam. São as mais bonitas. Depois murcham e morrem.

As coisas e pessoas são feitas para acabar. As histórias também. Até os girassóis tem seu fim.

quinta-feira, setembro 29, 2011

Tem que ser mais


Então tem que ser mais, né? É.

Tem que ser ascendente. Tem que ser extenso, mais importante, mais marcante, mais um pouco e um pouquinho ainda mais do que isso. Tem que ser maior. Tem que ser imensurável, glorioso, tangente e tangível. Intenso.

Tem que ser mais que providencial. Tem que ser improcedente.

Tem que ter mais sede, mais fome, tem que ter buraco sem fundo. Tem que ser claro, iluminado, inegável de fechar os olhos e amar almejar mais, regozijar, pleitear, in-saciar.

Tem que voar, tem que ter céu, tem que ser alto. Não pode ser caixa. Não pode ser gaiola. Não pode sufocar alma ou águia. Tem que brilhar enquanto plaina. Tem que ser leve, dócil e doce. Tem que ser gostoso.

É que tem que ser a mais, um tanto, tanto de muito. Tem que ser quase tudo.

Porque tem que ser de extrema exatidão do tamanho que não se sabe que pode expandir pra caber de dentro. Pra fora.

Tem que ter tampa, tem que ter ouvido, tem que aquecer, que resfriar, que espirrar, que provocar, que desejar, que aprofundar, imaginar, sentir e partir.

Tem que ser muito mais.