Uma crítica à imbecilidade do homo sapiens que vive de costas pro espelho e de frente pro passado, de braços cruzados, vestindo suas roupas de menino enquanto passa pela janela o samba popular.
Escuto música demais, escrevo de menos, queria um óculos do Chaves com sonda, tenho preguiça, tenho coragem, tenho medo, tenho força, não tenho bunda, sou mulher de verdade, sou mulher pequena que cabe muita gente, não gosto de jiló, corro, pulo, não sou normal, acho que a normalidade é uma simples questão de estatística, comprei um vestido novo e não usei, queria um chip gravador de pensamentos, tenho um laptop rosa, quero liberdade, quero borboletas, minha mãe sou eu, meu filho é mais que o sol, amo cheiros, gosto de pudim de limão, sou atleta circense, não tenho muito tempo para os malabares, ainda não sei o que quero ser da vida, sofro com a pobreza, sofro com a burrice, sofro com o desperdício, gosto de salto alto, gosto de pés no chão, quero casar, tenho uma poodle marrom, um papagaio verde, uma avó marrom, uma mãe branca e um filho "marrom-clarinho", sou amarela, pinto o cabelo de preto, pinto as unhas de vermelho.
2 coisas que disseram aqui:
E quem quer ter ânimo para isso. rsrs Euclides e eu é que estávamos com saudades de vossos comentários. Apareça no nosso mundo mais vezes. Bjus.
http://submundosemmim.blogspot.com
PS: Provavelmente amanhã devo lhe enviar um e-mail, pois preciso falar algo com ocê.
Oi querida!! tem tempos que não venho aqui... sempre uma delícia seus textos! Beijos!
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