segunda-feira, maio 08, 2006

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Pimenta Neves, jornalista, assassino confesso da também jornalista e, claro, namorada, Sandra Gomide. Depois de seis anos aguardando o julgamento esquecido pela mídia, o povo aguardava na rua gritando “assassino!”. Homicídio duplamente qualificado, dizia Ana Paula Padrão. Pimenta, ex-diretor de jornal, homem influente, rico, podre de rico. Pegou dezenove anos e alguma coisa, mas saiu para recorrer em liberdade, no mesmo carro que chegou. E o povo gritava agora “impunidade do caramba!”. Toma, povo!

“O gás não vai subir para o consumidor!”. Nosso querido presidente, monolinguístico, torneiro mecânico, trabalhador bebedor abstêmio de whisky em regime radical, sobe no palanque e abre a boca pra dizer que não, não vai. Os especialistas, estudiosos, economistas, doutorados, polilinguísticos, porém, dizem que sim, deve sim, Senhor Presidente, subir o preço do gás. Ou a Petrobrás perde sua força, toma prejú, dispensa gentes e mais gentes, diminui seus investimentos, e perde, também, o Brasil. O que pode ser pior? Toma, povo!

Ai, povo! Pelo menos, como dizem, se Deus é brasileiro, ele não desiste nunca.

3 comentários:

  1. Carol

    Pimenta Neves aguardar em liberdade a condenação é um absurdo. Serve de estímulo aos que tratam as mulheres como um propriedade e ainda desmoraliza mais uma vez o Judiciário.

    Um abraço

    Marco Aurélio

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  2. Anônimo08:57

    Carol,

    Obrigada por ter visitado meu Blog " Um olhar sobre a prostituição masculina" -http://andresavicentini.blog.uol.com.br/.
    Caso vc precise de ajuda para o seu documentário coloco-me á disposição.
    Volte sempre para ler o Blog, obrigada pelo elogio.
    Um abraço
    Andresa Vicentini
    andresavicentini@uol.com.br

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  3. Anônimo11:02

    Great site loved it alot, will come back and visit again.
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